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SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DE PARACATU - O COMEÇO DE UMA BELA HISTÓRIA

Por José Aluísio Botelho
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NOTAS GENEALÓGICAS - PEREIRA MUNDIM

Por Eduardo Rocha
Família originária de Mondim de Bastos, Vila Real, norte de Portugal.

1- Joaquim Lourenço Mundim, casado com Perpetua Leocádia Pereira de Barros, filha legítima do capitão José Pereira de barros, natural da cidade de Braga, Portugal e de Maria Antunes Claro; neta paterna de Manoel Antônio Pereira de Barros e de Antônia da Costa. Família miscigenada na origem em Paracatu.

Filhos descobertos:

1-1 Mathias Lourenço Mundim, falecido em 08/12/1834; casado com Lúcia de Sousa Dias.
2ª Vara 1835/1836.

Filhos:

1-1-1 Maria de Sousa Mundim, 7 anos;

1-1-2 Elias de Sousa Mundim, 5 anos; casado duas vezes: 1ªvez com Maria Leocádia da Conceição em 29/04/1855:
"Aos vinte e nove de abril de mil oitocentos e cincoenta e cinco feitas as diligencias do estillo na igreja matriz desta freguesia de Santo Antonio da Manga Bispado de Pernambuco, o reverendissimo senhor provissor em presença das testemunhas Vicente Jose Chispiniano e João Caetano de Sousa, juntou em matrimonio por palavras …

NOTAS GENEALÓGICAS – PINHEIRO DA COSTA - SUBTÍTULOS: PINHEIRO PESSOA/FRANÇA PINHEIRO/BORJA FURTADO

José Aluísio Botelho 
Eduardo Rocha 1Custódio Pinheiro da Costa, português do Porto, imigrou para as Minas do Paracatu nos seus primórdios e em 1756 era considerado um dos homens ricos do arraial, possuidor de datas minerais prósperas e proprietário da fazenda Santa Rosa às margens do Rio Paracatu. Casou na década de 1750 com Teresa Soares Paes, natural de Vila Boa dos Goyases, filha legítima do capitão Antônio Soares Paes, paulista, e de Ana Maria Leme, natural de Vila Boa de Goyases. Encontramos três filhos do casal: 1.1 – Inácia Pinheiro da Costa, batizada em 23/04/1758; casada com José Alves Pereira Chaves, filho de Antônio Alves Pereira Chaves e de Ana Maria Pereira; filho descoberto: 1.1.1 – Ana, batizada em 02/11/1775;

1.2 – Helena Soares Paes, casada com Teodósio 

Rodrigues Fróes, filho de João Martins Bonilha 

(irmão do descobridor José Rodrigues Fróes), natural 

de Mogi das Cruzes, São Paulo e de Quitéria de 

Sousa,natural da Bahia; filhos descoberto…

CONEXÃO PARACATU/ARAXÁ: ENTRELAÇAMENTO DAS FAMÍLIAS BOTELHO – JOSÉ DA SILVA – AFONSO DE ALMEIDA - MACHADO DE MORAES E CASTRO - PACHECO DE CARVALHO

Por José Aluísio Botelho A LONGA JORNADA O Tenente Gregório José da Silva e Dona Tereza Tomásia de Jesus Botelho, se encontraram em 1768 na região denominada Campo das Vertentes, MG, ele nascido na região, ela vinda de muito longe em uma longa jornada, desde a ilha Graciosa no Arquipélago dos Açores, concessão portuguesa no oceano Atlântico, passando pelo Rio Grande do Sul, e que se prolongaria até Araxá, no sertão da Farinha Podre. Depois de casados, o casal se fixou primeiramente em São José Del-Rei, aonde nasceram os dois primeiros filhos, de um total de doze. Militar de carreira, recebeu a patente de tenente em 1775, e foi caminhando com família em direção ao oeste promissor, a medida que o ciclo do ouro no Campo das Vertentes ia se esgotando. De São José, estabeleceu na chamada picada de Nossa Senhora de Oliveira, com fazenda de criar gado vacum, e na medida do avançar dos anos, iam nascendo os filhos. Pois bem, todos criados e já na idade adulta, o mais velho ordenado padre, os d…